Como será viver em um País Evangélico

Análise baseado nas projeções de crescimento dos evangélicos no Brasil de que poderemos ser a maioria da população no país. Como será viver em um país Evangélico e que mudanças ocorrerá?

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Já faz muito tempo que a população evangélica vem crescendo no Brasil. Diversas pesquisas mostram isso, sendo o Censo do IBGE a mais importante de todas, por ser a mais abrangente e lidar com um contingente maior.

Baseado em projeções há aqueles que acreditam que poderemos ter inclusive a maioria da população como evangélica. 50,1% da população já é considerado com maioria. Não chagamos ainda a este número, mas estamos crescendo.

Se essa tendência se confirmar muitas coisas poderão mudar, visto que historicamente o Brasil sempre foi um país católico. Mas a pergunta que fica diante desse quadro é: Como será viver em um país evangélico?

Primeiro quero destacar que minha análise irá levar em conta que essa imensa população será formada de evangélicos verdadeiros e não de evangélicos nominais apenas.

O que poderá ou deverá mudar no Brasil:

Consumo de álcool, fumo e drogas

O consumo de álcool, fumo e drogas irá cair drasticamente, já que tais práticas são contrárias à palavra de Deus, desta forma, não combina ter um consumo crescente ou estável de tais substâncias em um país verdadeiramente cristão/evangélico.

O fumo foi um grande problema no Brasil e ainda é em muitos países. Álcool e drogas assola pessoas, famílias e sociedades mundo a fora. Aqui não é diferente, mas dentro do cenário que estamos considerando, isto terá de mudar.

A valorização da família

Outro ponto importante será uma mudança na estrutura familiar. Os evangélicos defendem a valorização da família, portanto, problemas familiares como divórcio, abandono, violência familiar, entre outras precisam diminuir.

Quando afirmo que precisa diminuir é porque o evangelho precisa mudar as pessoas e ser evangélico é ser guiado pela palavra de Deus. Então, não faz sentido ser evangélico e não perceber uma mudança profunda na questão familiar.

Educação

A educação será beneficiada. Se aliarmos os já crescentes índices de interesse da população adulta pela educação com o advento do aumento significativo dos evangélicos, teremos uma busca muito grande por educação em todos os níveis.

Este fato se justifica, pois os evangélicos precisam estudar não só a Bíblia, como outras literaturas cristãs e seculares, também, há uma preocupação maior com a qualidade da educação dos filhos diante dos tantos problemas enfrentados nas escolas, especialmente nas escolas públicas.

Problemas sociais

Podemos esperar uma queda em muitos problemas sociais, como a violência, especialmente a doméstica. Acidentes de trânsito, principalmente os motivados por embriaguez e excesso de velocidade, entre outros.

Viver em um país evangélico será sem dúvida muito diferente do que vivemos hoje (2010) e esperamos ver uma mudança profunda em nossa sociedade, onde os valores cristãos, como o amor ao próximo e a Deus, esteja evidente não só dentro das igrejas, mas nas ruas, escolas, empresas e principalmente no seio familiar.

Proclamação do evangelho

Uma das marcas mais conhecidas dos evangélicos é a de ser "barulhentos", no sentido de falar muito a respeito de Jesus, da Bíblia e das coisas de Deus. Historicamente os católicos foram muito silenciosos.

Com uma possível maioria evangélica, espera-se que o evangelho de Jesus Cristo apareça mais em todos os segmentos da sociedade, quer seja através da TV, internet, rádio, nos lares e no boa-a-boca que é talvez a maior força dos cristãos ao longo do tempo.

Ainda e colaborando com tudo que foi escrito acima, esta proclamação deve ser também mais intensa pelo testemunho dos evangélicos na sociedade onde vivem, quer seja no trabalho, nas escolas, nas igrejas e porque não dizer em casa.

Quando isso ocorrerá?

Se seremos maioria ou não é difícil dizer, mas se considerarmos as projeções matemáticas, podemos dizer que não deve demorar muito. Já quanto a mudança que isso precisará provocar em nossa sociedade é importante consideramos que isto já precisa estar em curso, afinal, uma vida de testemunho precisa ser a marca dos evangélicos, custe o que custar.